Primeiro SPOT de TV do Capitão América, O Primeiro Vingador!

Saiu ontem (06/02/2010) no SuperBowl (o maior evento desportivo e a maior audiência televisiva dos EUA), o Spot do filme ‘Capitão América: O Primeiro Vingador

Imperatriz: Imprensa, pseudos comunicadores e politicagem

Kurt faz uma severa e realista crítica sobre a imprensa de Imperatriz

Ensaio do Diabo

Um ensaio escrito pelo próprio "tinhoso"

Lady Gaga lança "Born This Way" nesta sexta-feira

Lady Gaga está tendo dificuldades em controlar sua ansiedade.

Faroeste Caboclo: Fabrício Boliveira e Ísis Valverde protagonizam a adaptação ao cinema

Música será adaptada para o cinema

30 de janeiro de 2011

Novo videogame da Sony – lançamento em 2011

next-generation-portable A Sony  lançou uma revolução no universo dos videogames. Será comercializado ainda em 2011 o Next Generation Portable (NGP), um console portátil que posusi conexão 3G e tele sensível ao toque. Além disso o aparelho possui outra conexão Wi-fi que possibilitará ao usuário descarregar jogos, aplicativos e jogar on-line constantemente.

Desenvolvido para alavancar as vendas do seu antecessor, o PSP, o NGP contará com uma tela de cinco polegadas com resolução quatro vezes maior que o antigo aparelho, possui ainda compatibilidade com o PlayStation Suíte

Com esse lançamento, a Sony espera atrapalhar as vendas do esperado Nintendo 3DS e mais ainda, a empresa quer equiparar-se aos smartphones e mensurar sua popularidade no mercado, fruto dos rentáveis lançamentos do iPhone e da Apple. Quem ganha com tudo isso são os amantes dos jogos e aparelhos tecnológicos.

Tecnologia: QR Code, o novo código de barras?

Estampado em revistas, crachás, obras de arte e até nas lápides de cemitério, os códigos 2D trazem um jeito novo de acessar informações no celular

t-shirt-734387 Na camiseta, no site e até na caneca do professor Eric Eroi Messa, de 32 anos, está estampado um ícone composto por vários quadradinhos, o QR Code. Para decifrar esse código bidimensional, basta aproximar a câmera do celular e fotografar o símbolo. O que você vai encontrar lá? O endereço do blog dele, o http://ecode. messa.com.br. “O QR Code acaba atiçando a curiosidade das pessoas”, diz Messa. O aumento do número de smartphones com câmera no Brasil vem abrindo espaço para o uso de códigos 2D, apresentados em diversos formatos — o mais famoso deles é o QR Code, da sigla Quick Response.

Além da câmera, o smartphone precisa ter um aplicativo leitor para decifrar o código. Por isso, não é qualquer celular com câmera que pode ler o QR Code. É necessário também que o aparelho rode um sistema operacional que permita a instalação do software.

Não há números oficiais sobre o total de smartphones compatíveis com o QR Code no país. Mas uma estimativa da gaúcha Trevisan Tecnologia, que desenvolve soluções usando o código, dá uma pista. A empresa calcula o número em 40 milhões de aparelhos no Brasil. “Até agora, o uso da tecnologia era focado mais em aplicações corporativas, como o controle de logística”, diz Alexandre Trevisan, sócio da empresa. Atualmente, o público é bem mais abrangente: o código 2D está em campanhas de publicidade, obras de arte e até em crachás de funcionários.

 qr-code-urbanstage Os QR Codes ganham pontos em relação ao tradicional código de barras, aquele usado nos supermercados por exemplo, pois guardam mais informações e são lidos com mais facilidade. Como comparação, o código convencional permite incluir apenas 13 dígitos numéricos, contra 7 089 caracteres no QR Code. Há ainda a vantagem de poder usar caracteres alfanuméricos — nesse caso são 4 296 caracteres. A leitura é possível até em casos em que o símbolo estiver sujo ou apagado, pois há uma tecnologia de correção de erros. Para seus alunos do curso de publicidade e propaganda da faculdade Faap, Eric Eroi Messa propõe a adoção da tecnologia nos trabalhos. “É uma ponte entre o meio impresso e o digital, que abre espaço para a criação publicitária.”

No jornal A Tarde, de Salvador (BA), o QR Code é usado diariamente para complementar o conteúdo do veículo impresso. Quando a reportagem fala de um show ou filme, por exemplo, o código dá acesso a um texto com a programação. Nesse caso, o usuário do celular não paga pelo tráfego de dados. Ao acessar um link e clicar nele, o leitor paga à operadora a tarifa pelo acesso à web. Nas notícias de futebol, o jornal publica códigos que levam para o site com vídeos dos gols. “O preço do tráfego de dados ainda é um obstáculo a esse tipo de serviço”, diz Ana Carolina Casais, coordenadora de novos negócios do grupo A Tarde.

Mania japonesa

revista_com_qr-code O produtor musical Fernando Mello, mais conhecido como Maestro Billy, de 37 anos, publica um QR Code no canto do seu blog, sugerindo a música da semana, para divulgar o trabalho de amigos. Billy teve a idéia de adotar a tecnologia em janeiro, quando estava viajando pelo Japão, país onde foi criada a tecnologia, em 1994. “Lá, o QR Code é bem difundido, presente nos cartões de visita, em pôsteres de shows, nas embalagens de remédios.” E, acredite se quiser, até no cemitério tem QR Code. A fabricante japonesa de lápides Ishi no Koe usa a tecnologia para dar acesso a um site com a fi cha do falecido.

Na empresa Fivecom, em Vila Velha, no Espírito Santo, os 30 funcionários têm o código QR com seus contatos estampado no crachá. “É prático, pois a pessoa recebe no celular um arquivo no formato CSV, com informações que são sincronizadas com o Exchange e o Notes”, diz Eustáquio Martins, diretor de novos negócios da empresa.

batata_com_qr-code Em breve, o QR Code também será usado em cinemas e restaurantes brasileiros. Quem compra o ingresso para as sessões do Cinemark pela internet já recebe pelo celular uma mensagem com o código. Diversas salas de cinema em São Paulo contarão com máquinas capazes de ler o ingresso digital, segundo Solange Almeida, diretora de tecnologia do Cinemark. Nesse caso, não é preciso nem ter câmera, o telefone serve apenas como um substituto ao tíquete de papel. “Essa solução atende a 80% dos celulares, que não precisam ter uma tela de alta resolução, pois o sistema lê a informação com mais facilidade”, diz.

Até nas exposições de arte o QR Code já ganhou espaço. Em Viena, na Áustria, um código 2D foi publicado no pôster de divulgação da mostra A Vênus de Willendorf, em agosto. Quem clicava, chegava a um link para um game da estátua. A artista brasileira Martha Gabriel irá apresentar em maio, no evento e-Poetry, em Barcelona, na Espanha, sua obra Rosa Sensível. Entusiasmada com a nova tecnologia, ela montou uma rosa dos ventos com QR Codes. “A intenção é navegar nos sentimentos das pessoas por meio de uma poética codificada de tags”, diz.

 

Instale para ler o código


iPHONE
Modelo: iPhone 3G, da Apple
Aplicativo: 2D Sense, na App Store

ANDROID
Modelo: G1, da HTC
Aplicativo: Barcode Scanner, na Android Market

SYMBIAN
Modelo: N95, da Nokia
Aplicativo: Quickmark (www.quickmark.com.tw)

WINDOWS MOBILE
Modelo: Diamond, da HTC
Aplicativo: i-nigma (www.i-nigma.com)

BLACKBERRY
Modelo: BlackBerry Bold, da RIM
Aplicativo: Beetagg (www.beetagg.com)

Extra, Para Cel Nokia S60V e S^3:

Modelos: N8 - C7 - E7 - C6-01 - 5530 - 5230 - 5800 - N97 - N97 Mini - C6 - 5233 - 5250 - X6

Clique Aqui para Baixar

 

Faça seu QR Code


Nada mais fácil do que criar seu próprio QR Code. Basta acessar um serviço online e digitar o texto, informações ou URL que serão inseridos no código. Confira alguns sites que fazem o QR Code e outros tipos de códigos 2D, testados pelo INFOLAB:
BeeTagg
http://generator.beetagg.com
Códigos do tipo QRCode, Datamatrix e BeeTagg
SnapMaze
www.snapmaze.com
Permite fazer QR Codes coloridos
Nokia Mobile Codes
http://mobilecodes.nokia.com
Opções de código em três tamanhos

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26 de janeiro de 2011

Ensaio: Reis e Rainhas

“A humanidade divide-se em duas categorias: aqueles que se levantam tarde e aqueles que se levantam cedo.”
(Achille Campanile)

 

duality-of-humanity É estranho, muito estranho, me acostumei com tanta coisa nessa vida, os humanos são assim, me acostumei a ser roubado, acostumei com tragédias que poderiam ser evitadas, acostumei com as noticias dos jornais, desesperança? Nem tanto. Desrespeitam tanto minha existência que já não tenho medo do pior. Mentira! Eu tenho medo de uma coisa... De pessoas! Na idade média, a igreja montou a imagem dos demônios a partir dos medos das pessoas da época: Morcegos, gatos, bodes. Medos supersticiosos, numa vaga tentativa de tentar explicar o que não entendem e claro, manipulados pela igreja.

Hoje, temos medos de nós mesmos, qual criatura no universo transpira tanto medo e horror? Qual ser nesse planeta que desrespeita o próprio chão, que mata e que explora seu semelhante? Humanos! Criaturas pavorosas, feias, peladas, cheias de orgulhos vãos, meu amigo, eu posso te dizer com toda sinceridade, eu tenho medo de humanos! Os fantasmas e monstros nos filmes de terror podem perceber, eles nos lembram, acredito que não é por acaso. Bebemos na fonte da ignorância, nos alimentamos da carne da violência e somos cheios do espírito de porco. Mas não sou tão negativo assim, os mesmos humanos horrorosos às vezes são capazes de coisas tão nobres, mesmo com toda essa falsidade existencial de araque, é como se uma fagulha de HUMANIDADE tomassem seus corações. Por isso eu me pergunto, por que esses momentos são tão raros? Não sei.

Nos preocupamos com tudo, menos com o que realmente precisamos nos preocupar, nos ocupamos com coisas que realmente não precisaríamos ocupar, criamos sistemas políticos, defendemos verdades absolutas, brigamos em nomes de deuses, que na prática, é um só, temos discursos cheios de idiossincrasias sem sentido, enchemos o peito para defender uma pátria que na prática, nos trata como párias. Dividimos tudo, os continentes, os países, os estados, as cidades, as pessoas, as raças, as classes, os ganhos, as perdas, mesmo o mundo sendo um só. Vai entender esses humanos, que se acham senhores de todas as coisas, no final, somos nossos próprios demônios. Reis e rainhas.

Ismael Almeida

24 de janeiro de 2011

Aviso

Só para informar que estou trablhando em um novo projeto musical. Por isso fiquei um bom tempo sem atualizar o blob. Obrigado pela compreensão.